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Denise Mello em 23/03/2011 - 16:07
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Detesto a sensação de ser enganada. E, com certeza, isso não é algo que irrita apenas a mim. Quem gosta de ser feito de idiota? Mas essa história de que “todos são inocentes até se prove o contrário” é a coisa mais politicamente correta e chata que inventaram. Todos os dias tem alguém querendo nos enganar. Puxem pela memória. Quantas vezes assistiram políticos com cara e jeito de corrupto, colocando dinheiro na cueca, nas meias diante de câmeras ocultas, com muito mais dinheiro do que seus salários lhes daria e, com a maior cara de pau, declararem que não é o que estão pensando, que é herança, dinheiro da família da mulher, e por aí vai? Quantas vezes vimos bandidos, assassinos, rindo na nossa cara dizendo que são inocentes e que, apesar de todas as evidências, não jogaram sua filha pela janela, não mataram sua esposa com inúmeras facadas ou nem torturaram seu enteado? Vamos, puxem pela memória. Quantos deputados, comerciantes, advogados, jornalistas, foram flagrados trançando as p...
Sei que nada acontece sem o Teu consentimento, preciso confiar em Ti.
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A ingratidão e a cocada preta
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Nada agrada mais a Deus do que a gratidão. E é tambem uma alegria muito grande para qualquer pessoa, receber uma sincera demonstração de gratidão da pessoa a quem ajudou. Não há quem não se sinta muito bem, feliz mesmo, quando constata que a sua ajuda foi devidamente reconhecida pela pessoa que a recebeu. É triste, no entanto, saber que muitos pensam que a gratidão é uma variante da subserviência; que ser grato é ser pequeno, humilde, inferior , Muitos acham que a pessoa que tem personalidade, tem de ser firme, ter voz marcante, ser determinada e não aceitar críticas, reprimendas nem ordens. E nem tampouco deve "curvar-se" numa atitude de agradecimento. Agradecer é como se declarar inferior, é como confessar que precisou de outrem. Dizem até que quem não precisa de nada e não depende de ningúem, não pode ser grato, pois, gratidão é sinônimo de fraqueza, de carência, de dependência. Será? Partindo dessa premissa, devemos ser ingratos, firmes, indiferentes, frios, impiedoso...
A Cama de Gato, dois anos, retorno em 743 dias......
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O homem honrado não morre nunca - José Alencar
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Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior. Eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho.Peço a Deus que não me dê nenhum tempo de vida a mais, a não ser que eu possa me orgulhar dele. O homem honrado não morre nunca. Em novembro de 2009, Alencar foi homenageado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Emocionado após o discurso de Lula, ele falou sobre a parceria entre os dois. - Tenho consciência de que só sou vice-presidente graças a Lula. As pessoas não votam no vice, votam no candidato a presidente. [...] Tem valido a pena acompanhar seu admirável trabalho. Empresário de sucesso – ele foi o fundador da empresa têxtil Coteminas –, Alencar sempre criticou a taxa de juros cobrada no Brasil. - Queremos que as pessoas estejam sempre em condições de consumir e comprar o que precisam. Para isso, as taxas de juros precisam cair. O consumidor não pode ficar pagando essa taxa que ...
Led Zeppelin - Stairway To Heaven_Live(Tradução)
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Mural Olímpiada do Conhecimento 2008 Senai Paraná
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O baton, a cueca e o bode expiatório........
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Quanto á mancha de baton na cueca não existem explicações, são evidências, todas as explicações ainda mais chamarão para o fato do baton estar na cueca, em outras palavras, "quanto mais mexe mais fede". O bode é diferente: A expressão bode expiatório tem a sua origem no ritual judeu do Livro dos Levíticos, em que Aarão ao pôr as mãos sobre a cabeça de um bode transmite para este animal todos os pecados do povo de Israel. Vemos em Levítico 16 o seguinte: Falou o Senhor a Moisés, depois da morte dos dois filhos de Arão, que morreram quando se chegaram diante do Senhor. Disse, pois, o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre em todo tempo no lugar santo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque aparecerei na nuvem sobre o propiciatório. Com isto entrará Arão no lugar santo: com um novilho, para oferta pelo pecado, e um carneiro para holocausto. E da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes para o...
Para o Flávio......
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Tú se tornas ETERNAMENTE responsavél, por aquilo que cativas! "A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, s homens não têm mais amigos. Se queres um amigo, cativa-me!" Antoine de Saint-Exupéry
Carmen - Georges Bizet - Ano de estréia 1875
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Local de estréia Opéra Comique, Paris Ato I O primeiro ato começa numa praça de Sevilha, onde se situa uma fábrica de tabaco e um quartel. O cabo Morales comenta com os soldados do corpo da guarda, os Dragões do Regimento de Alcalá, a passagem dos transeuntes pela praça. Então, entra em cena uma simples aldeã chamada Micaela, aproxima-se de Morales e pergunta timidamente pelo cabo Don José. Morales responde-lhe que este chegará com a rendição da guarda e convida-a a esperá-lo na companhia dos seus homens, mas Micaela decide retirar-se para regressar mais tarde. Ouvem-se nos bastidores os clarins que anunciam o render da guarda e aparecem em cena os soldados sob comando de Don José, seguidos por um grupo de crianças que os imita com admiração. À sua chegada ao quartel, Morales comenta em tom jocoso a visita da aldeã. Zúniga, um tenente recém-chegado à cidade, interroga, em seguida, Don José sobre a beleza e a duvidosa reputação das cigarreiras da fábrica da praça, mas o cab...
"Those Were the Days"
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Aqueles eram os dias Era uma vez uma taverna Onde brindávamos uma ou duas vezes Lembra como ríamos pelas horas E sonhávamos com todas as coisas grandes que faríamos Aqueles eram os dias meu amigo Pensávamos que não acabariam nunca Dançaríamos pra sempre e mais um dia Viveríamos a vida que escolhemos Lutaríamos e nunca perderíamos Pois éramos jovens e certos de que seria de nosso jeito La la la la la la La la la la la la La la la la, la la la la la la la Então os anos ocupados nos atravessaram Perdemos nossas noções estreladas pelo caminho Se por acaso te visse na taverna Sorriríamos um para o outro e diríamos Aqueles eram os dias meu amigo Pensávamos que não acabariam nunca Dançaríamos pra sempre e mais um dia Viveríamos a vida que escolhemos Lutaríamos e nunca perderíamos La la la la la la La la la la la la La la la la, la la la la la la la Bem essa noite fiquei parada em frente a taverna Nada parecia como antes No vidro vi um reflexo estranho ...
Gigliola Cinquetti - Dio, Come Ti Amo - 1966
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Dio, Come Ti Amo – Legendado Drama, Romance Informações do arquivo: Tamanho: 223 MB Áudio: Italiano – Legenda Embutida Formato: Avi Qualidade:DVDRip Gênero: Drama – Romance Ano de Lançamento: 1996 e:Gigliola é uma jovem e humilde nadadora napolitana que vaa Itália, ela finge ser rica, com a cumplicidade dos pais
CONTINUO = "Quem bate esquece, quem apanha lembra!.”
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Este adágio popular encerra grande verdade, mas contém uma afirmativa da qual precisamos nos desvencilhar. "Quem bate esquece, quem apanha lembra!.” A vida tem altos e baixos. Somos todos criaturas falíveis. Ora batemos, ora apanhamos. O importante não é se lembrar de ter apanhado, mas sim não bater nunca e reconhecer, nas pancadas que recebemos, verdadeiras lições para a nossa intolerância. As pancadas morais que recebemos nos sensibilizam. Diante de tais situações, ou respondemos com a mesma moeda ou guardamos ressentimento e, às vezes, ódio. Essa última opção é a pior. Quando guardamos mágoas ou ódios envenenamos nosso organismo e nossa alma. Bom é considerar com reflexão e serenamente. Revidar com as mesmas armas é descer abaixo do nível do agressor. Enfrentando o problema, somos levados à compreensão de que os que nos magoam são espíritos como nós, ainda falhos e primários, procurando descarregar seus complexos em forma de agressão aos que lhes estão próximos ou com eles...