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"……QUEM SE COMPRAZ EM SER ADULADO É DIGNO DO ADULADOR……" Shakespeare

Safados, agora vejo claramente......

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Safados, Safado maior, Agora posso ver claramente, muito claramente.... O cristal quebrou, a casa caiu! Tenha certeza, o inferno é em vida! A espera, a inquietude, o calor próximo ao fogo, a sua incerteza, sua consciência, ou melhor sua lembrança, os safados, os cafajestes não tem  consciência , tem lembranças, tem o temor.... Nada adianta passar de "bonzinho", mais e mais pessoas estão descobrindo quem vc realmente é, e, para os ainda iludidos posso ajuda-los ver  claramente! Ainda fique inquieto, não sabe exatamente a hora de tudo ruir, eu sei! Não é homem, em nenhum dos sentidos, massa de carne mal cuidada, cretino, aguarde! Mas, como todos não são como vc, alguns se juntam, sua cotação caiu, o preço esta tão baixo que somente os sem valor, seus pares, os que se dão baixo preço é que vc consegue iludir! Veja vc mesmo, a "qualidade" de seus parceiros caiu, é só o começo! Aos meus pares mostro composição de Johnny Nash  ...

Movimento Constitucionalista de 1932

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Revolução Constitucionalista Em 1932, elite paulista reage à ditadura Alexandre Bigeli* Soldados da cavalaria rondam as ruas de São Paulo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 No dia   9 de julho , o estado de São Paulo comemora o aniversário do   Movimento Constitucionalista de 1932 . A data representa um marco importante na história do estado e do Brasil. O movimento exigiu que o país tivesse uma Constituição e fosse mais democrático. Na época,  Getúlio Vargas ocupava a presidência da República devido a um golpe de Estado , aplicado após sua derrota para o paulista  Julio Prestes  nas eleições presidenciais de 1930. O período ficou conhecido como "A Era Vargas". A Revolução Constitucionalista de 1932 representa o inconformismo de São Paulo em relação à ditadura de Getúlio Vargas. Podemos dizer que o Brasil teve quase uma guerra civil.  Uma das principais causas do conflito foi a ruptura da  política do café-...

O Verão da Lata

Havia fumaça por todo canto. Virou tema de camiseta, gíria de interados, marchinha de carnaval, combustível para festas memoráveis e assunto predileto das manchetes. Identificada como “sono profundo”, “tosse comprida” e “panetone”, a cannabis da lata virou sinônimo de coisa boa. “Passou-se a usar a expressão ‘da lata’ para identificar que a coisa era de qualidade”, explica Marcelo Dantas, roteirista do filme ‘Pode Crer’. Segundo Dantas, o verão da lata foi o último suspiro “pós-hippie” do Rio de Janeiro, quase uma ressaca dos traumas da época: a violência que aumentava, o Plano Cruzado que havia falhado, a Aids que assombrava. “Havia a sensação dos usuários de ter escapado da polícia e dos traficantes. A maconha vinha do mar, como dádiva de Deus”, completou o cineasta, em entrevista ao jornal ‘Estado de S. Paulo’, em dezembro de 2007.
“Um verão que vai ficar na história, uma grande loucura que fica para contar para os netos e bisnetos”, disse nosso amigo surfista, o Zecão. E a conclusão dessa história a gente deixa por conta de alguém que não só viveu o Verão da Lata e viu muita maconha no oceano, mas também já conviveu com junkies, namorou a Janis Joplin e é um dos roqueiros mais conhecidos do Brasil. Ele garante nunca ter fumado. Experiente e lúcido, Serguei encerra com um chavão: “Com todos os contratempos, a vida é uma emoção. E é real. A droga leva a um paraíso falso e artificial. Na época da Janis, eu olhava para ela se drogando e percebia claramente que tudo aquilo era por não agüentar a pressão e precisar de uma fuga. Prefiro estar lúcido para acordar numa manhã de verão, depois de tomar sorvete com biscoito no café, e aos meus 75 anos poder rir daquilo tudo!” A gente agradece a mensagem. Essa foi “da lata”!
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Por Airton Rolim Houve uma vez, um verão, mais precisamente em 1987/88, em que surfistas, pescadores e banhistas começaram a avistar milhares de latas boiando na costa brasileira, do Sul ao Sudeste. Até aí normal, já que, infelizmente, desde aquela época a poluição era comum. A diferença estava no conteúdo das latas... Pasme-se! Toneladas e toneladas de maconha prensada com glicose. Você deve estar se perguntando: “De onde veio isso?” Atrás de respostas, fomos até o Rio, Saquarema e Ubatuba para contar exatamente a história desse episódio que até parece lenda. Mas, na verdade , trata-se do famoso e alucinante Verão da Lata! Era uma manhã ensolarada em Ubatuba, em dezembro de 1987, quando o surfista José Carlos Maciel, o Zecão, a caminho de sua session encontrou um amigo pescador voltando do mar. “Todos os dias, ele checava sua rede logo cedo. Naquela manhã, viu umas latas ao lado de seu barco, depois outra e mais outra, até que encontrou mu...

Passados quase cem anos da Guerra do Contestado

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Passados quase cem anos da Guerra do Contestado, as marcas de violência do Exército e da milícia da Lumber permanecem fortes na região onde ocorreu o conflito Leonencio Nossa e Celso Júnior Manhã nublada de novembro. BR-116, altura de Campo Alto, Santa Cecília, um dos municípios mais pobres de Santa Catarina. A um quilômetro de um posto da Polícia Rodoviária Federal, o  Estado  encontra a agricultora Maria Simão, 91 anos, e seu filho Capitulino Martins dos Santos, 56 anos. Estão vagando pela estrada. As buzinas e os arrancos de motores de caminhões e carretas que trafegam na rodovia prejudicam a gravação da conversa com Maria Simão. Maria Simão, com cerca de um metro e vinte de altura, corpo franzindo, usa lenço roxo e um cajado de Guamirim, como "São João Maria", observa. Ela veste uma jaqueta preta esfarrapada, uma saia remendada, uma blusa por cima de outra para enfrentar o frio do planalto, avolumando o corpo frágil, e botas. No bolso da jaqueta, guard...

Rio Negro, uma cidade dividida.

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Som dos carros e o agito do comércio de Rio Negro e Mafra não escondem marcas do tempo da guerra Leonencio Nossa e Celso Júnior Uma fotografia guardada pelo Exército mostra o momento em que os carroções dos militares com armamentos e guarnições deixam Rio Negro para atingir a área do Contestado onde estavam os principais redutos dos jagunços, como Tavares, Aleixo e Santa Maria, o principal deles. Da imagem retratada na antiga fotografia restaram o rio Iguaçu e a ponte metálica construída na Bélgica. A guerra alterou a vida de Rio Negro. Ao final do conflito, a cidade foi dividida entre paranaenses - que ficaram com as casas, comércios, praças, ruas e igrejas da margem esquerda do rio - e catarinenses - que ficaram com as da margem direita, onde foi instalado o município de Mafra. O trânsito tumultuado na nova ponte de concreto construída ao lado da ponte metálica e nas ruas das duas cidades, o som dos carros e o agito do comércio de Rio Negro e Mafra não escondem...

O Contestado

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Para proteger suas terras, rebeldes incendiaram serrarias, depósitos de madeiras e estações de trens Leonencio Nossa e Celso Júnior O Contestado vivia um clima de ódio e medo propício para o massacre aos rebeldes. Fazendeiros, autoridades municipais e representantes da empresa Lumber, concessionária das terras às margens da ferrovia, contabilizam prejuízos com os incêndios de estações de trem, sedes de fazenda e prédios públicos. A versão raivosa deles encobria o terrorismo praticado por seus pistoleiros nos pequenos sítios da beira da São Paulo-Rio Grande do Sul e nos centros dos povoados. Dias antes do general Setembrino de Carvalho desembarcar no Paraná, a 5 e 6 de setembro de 1914, os rebeldes obtiveram suas maiores vitórias desde o início da revolta, em outubro de 1912. Um grupo de 200 homens liderado por Bevenuto Baiano, de 16 anos, incendiou a serraria e os depósitos de madeira da Lumber e a estação de trem do vilarejo de Calmon. Depois, destruíram as casas d...

Os Meninos do Contestado

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Um século depois, municípios do Contestado ainda têm os piores índices sociais Leonencio Nossa e Celso Júnior  É um jogo de paciência chegar aos locais onde ocorreram as batalhas decisivas da campanha comandada pelo general Setembrino de Carvalho. Os plantios de pinus, principal fonte de renda da atualidade no Contestado, ocuparam o espaço das matas dos pinhais, das centenárias araucárias usadas como pontos de referência dos rebeldes e seus descendentes. As estradas do Contestado continuam de terra e cascalho, inclusive as de acesso a cidades, como Frei Rogério. Às margens delas, as plantações de pinus são homogêneas, com árvores plantadas em áreas divididas em blocos, crescendo na mesma altura nos terrenos baixos, nos morros e nos pés de serras elevadas. O Contestado virou um labirinto verde, desafiando os caboclos e suas tentativas de guardar as memórias de família e de comunidade. As porteiras de aço das companhias produtoras de pinus predominam, bloqueando caminhos secular...

DENISE REIS - THE TRUMPET WOMAN

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Rammstein - Stalingrad

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Rammstein - Mein Land

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Trabalho sobre Nazismo

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Trabalho sobre Nazismo para a aula de Literatura do Colégio Adventista Boqueirão. Dublagem feita por Giuly Biancato  Mo ntagem do Vídeo Clarissa F. Casagrande Turma 93 - Tarde

Bob Dylan recebe de Obama “Medalha da Liberdade”

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Bob Dylan esteve hoje a tarde na Casa Branca para receber diretamente do presidente americano Barack Obama a Medalha da Liberdade, a mais alta condecoração civil do país – criada pelo presidente Kennedy em 1963. Além de Dylan, outras 12 pessoas foram homenageadas no evento. Quem não tem colírio… Bob Dylan estaria em pleno acordo com a solenidade, vestindo um Black-Tie (cujo terno parecia ter saído do seu guarda-roupa de show), se não fosse por um pequeno detalhe: Dylan estava usando óculos escuro – aparentemente um Ray-Ban Caravan. Será que Bob, fazendo jus a máxima raulseixista, colocou as lentes escuras para não transparecer uma influência? Vale lembrar que em 1970, quando ele estava relutando em receber uma honraria da Universidade de Princeton, Bob foi convencido por Sara e David Crosby (ex-integrante dos Byrds) a ir ao evento, mas só compareceu após fumar uma boa quantidade de maconha (Dylan cantaria sobre esse dia na música “Day of The Locust”, do álbum New Mor...

Felicidade - Renato Follador

Se tudo na vida é relativo, relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, roupa de grife e carro importado. Para outros, representa o sucesso profissional, a carreira brilhante, o simples fato de se acharem importantes ou que os achem importantes. Alguns, ainda, acham que ser feliz é poder viajar o mundo, comendo e bebendo do melhor. Mas, para mim, é diferente. Ser feliz é ter paz de espírito, é trabalhar no que se gosta e ter bons e fiéis amigos- mesmo que não sejam muitos. Acho que felicidade é a família reunida, é o beijo de um filho, o ombro da mãe sempre disponível e o abraço de um pai presente. Ser feliz é não ter dor. É ter dinheiro para pagar as contas e sempre sobrar um pouquinho, é dormir com barulho de chuva na janela, é poder ficar até mais tarde na cama numa manhã de inverno. É ter tempo. Tempo para fazer o que quiser. Felicidade, enfim, é ter consciência que, realmente, não precisamos mais do que já temos para se...

Brasil, a obra maior do Barão

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gunda-feira, 04/06/2012 HISTÓRIA Bastos Dias DIPLOMACIA Brasil, a obra maior do Barão Atuação do diplomata Barão do Rio Branco, morto há 100 anos, foi fundamental na definição do desenho atual do país 7 Publicado em 02/06/2012 |  DEREK KUBASKI, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO Fale conosco Comunicar erros RSS Imprimir Enviar por email Receba notícias pelo celular Receba boletins Aumentar letra Diminuir letra Articulação Diplomata aproximou Brasil e Estados Unidos Crente na possibilidade de tornar o Brasil uma potência internacional, Rio Branco voltou suas atenções para o país norte-americano que – na transição do século 19 para o 20 – não fazia questão de ocultar a gana imperialista. Para um país como o nosso, ainda muito dependente da Inglaterra na época, essa aproximação com os Estados Unidos tencionada pelo Barão era vista como algo ousado. “Era o que se pode chamar de um americanismo prag...