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Paulo Rogério De Mari Casagrande

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Viagem na História do Rio de Janeiro



Cena da cidade do Rio de Janeiro na primeira metada do Século XIX
Viajar na história é diferente de passear por sítios, locais e construções históricas no Rio de Janeiro. É viajar no tempo, por locais que, ou não mais existem como eram no passado, ou com intuito de ver cenas de um cotidiano ou momentos que se perderam em um tempo distante.É preciso procurar nos livros ou na iconografia que revela o passado, pois são apenas visões de um tempo a ser lembrado, e que aqui neste website voce é convidado, a conhecer estes locais e cenas que o tempo levou.
Iniciando a Viagem Pela História do Rio
Para quem se interessa por viajar pela história do Rio de Janeiro, pode-se começar pela página que versa sobre a Baía de Guanabara e sua história ao longo dos anos, ou quem sabe sobre fatos acerca da fundação da cidade, como sobre o "Marco da Cidade" ou começando pelo monumento à Estácio de Sá.

Hotéis Que Marcaram Época no Antigo Rio de Janeiro

Que tal escolher um local onde se hospedar no passado? Sim, antes de mais nada, lembre-se que voce está fazendo uma viagem na história. E certamente não encontrará nos tempos atuais alguns hotéis onde voce poderá hospedar-se ao viajar ao passado, em tempos remotos da Cidade do Rio de Janeiro. Estes hotéis não mais existem, exceto na iconografia da cidade e nos livros que registram suas memórias e existências.

Baía de Guanabara, Habitantes Primitivos e Chegada dos Primeiros Portugueses em 1502

Inicialmente um cenário encantado, com belíssimas montanhas de rocha, enconstas verdes e praias paradisiacas. Mas ao pisar nas terras que a circundavam encontraram os primeiros exploradores muitos mangues e lagoas entre as altas montanhas, que de início dificultaram a escolha do local para se tornar o primeiro ponto de colonização. Os habitantes primitivos eram Índios do ramo Tupí.

Voltando no tempo, à 60 milhões de anos atrás encontraremos dois vulções no Maciço ou Serra da Medanha. Será que realmente existiram? Polêmica à parte, um dos vulcões se tornou até atração turistica na divisa do Rio de Janeiro com Nova Iguaçu.
Os sambaquis montanhas de conchinhas feitas pelos habitantes pré-históricos da costa do Brasil, possivelmente à uns 4 mil anos atrás. Dentro dos limites ou em áreas próximas à atual cidade do Rio de Janeiro, podemos encontrar esta estranhas construções.

Mapa da Guanabara e Tomada do Forte de Villegainon no Século 16

O mapa e ilustração histórica do século 16, mostra a tomada do Forte Coligny, também conhecido como Forte da Ilha de Villegaignon em 1560 e ilustra também vários pontos da Baía de Guanabara.

Marco de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro

Este Marco de pedra, visto acima, tudo leva a crer, que se trate de um marco comemorativo da fundação da Cidade por Estácio de Sá, provavelmente também talhado e gravado no ano de 1565.

Local de Fundação do Rio de Janeiro

Uma bela praia, entre o Morro Cara de Cão e o Pão de Açucar, foi o local do início da colonização portuguêsa no Rio de Janeiro. No ano de 1565, Estácio de Sá chegou ao local com a missão de fundar a Cidade e expulsar os invasores.

Baía de Guanabara - Mapa Histórico de 1574 e Atual

Mapa histórico e explicativo da Baía de Guanabara onde são mostrados seus principais pontos nos tempos atuais e nos tempos remotos.

Monumento Estácio de Sá - Parte Interior

O Monumento à Estácio de Sá tem abaixo de sua base uma parte interior, interessante e surpreendente, tanto por sua arquitetura, instalações como também por interesse histórico. No local, existe uma pedra gravada de 1583, sendo a lápide da sepultura de Estácio de Sá.

Arcos da Lapa ou Aqueduto da Carioca em 1790

Aparência do local onde é o Largo da Lapa e Passeio Público em 1790, vista através de um painel de Leandro Joaquim. Em frente ao Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa), havia a Lagoa do Boqueirão, com uma pequena praia à sua frente.

Convento de Santa Teresa e Arcos da Lapa em 1820

O Convento de Santa Teresa era um ponto destacante na paisagem do Rio de Janeiro, assim como o Aqueduto da Carioca que hoje é chamado de Arcos da Lapa. Nesta página voce pode ver em descrição e pintura, como era aparência do Rio naquela época, em relação à aquele locas e à estas construções.

Lapa no Início do Século XX

A Lapa e Largo da Lapa passaram por inúmeras transformações desde os tempos coloniais e no início do século 20 durante a modernização da cidade. Poucas construções do tempo dos Vice-Reis sobreviveram e o Rio e o Largo da Lapa entravam no tempo da Belle Epoque.

Cavalhadas no Rio de Janeiro em 1818

Sobre as cavalhadas, torneios e jogos que aconteciam no Rio de Janeiro desde os tempos do Brasil colônia.

Baia de Guanabara - Era Uma Vez no Século 19

A Baía de Guanabara e suas paisagens circundantes, paisagens naturais feita de lindas e límpidas águas, cercadas por montanhas e encostas verdas, assim como a arquitetura da emergente Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro encantava pintores viajantes, que da Europa vieram para contar o que viam nestas terras, onde nossa civilização florescia e despertava curiosidade dos habitantes de além mar, no velho continente. Livros e pinturas circularam pela Europa narrando o que aqui viram.

Baia de Guanabara no Início do Século 19 | 1834

A Baía de Guanabara e suas paisagens circundantes, paisagens naturais feita de lindas e límpidas águas, cercadas por montanhas e encostas verdas, assim como a arquitetura da emergente Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro encantava pintores viajantes, que da Europa vieram para contar o que viam nestas terras, onde nossa civilização florescia e despertava curiosidade dos habitantes de além mar, no velho continente. Livros e pinturas circularam pela Europa narrando o que aqui viram.

Malhação do Judas em 1830

A malhação do Judas no Sábado de Aleluia é uma das mais antigas tradições da cidade e que continua nos dias de hoje. Em tempos passados era mais cenográfica, contava com fogos de artifício e até efeitos teatrais.

Folia do Divino no Rio de Janeiro, por volta de 1830

Cenas e relatos de outra antiga tradição da Cidade do Rio de Janeiro que desapareceu com o tempo, mas continua viva em outras cidades do interior do estado e também do Brasil. Nos relatos e nas cenas um episódio curioso e engraçado foi anotado.

Entrada da Baia de Guanabara Vista do Passeio Público em 1845

Cenarios incríveis ficaram registrados através de aquarelas, pinturas e desenhos de artistas que testemunharam uma época. Nesta página, é mostrada a vista tomada de um local que não mais existe como era originalmente, nem como já havia sido modificado em 1845. A Baía de Guanabar vista do antigo terraço do Passeio Público.

Largo do Paço | Praça XV em 1818

A atual Praça 15 de Novembro, era chamada de Largo do Paço na primeira metade do século 19, onde local ficava o palácio dos Vice-Reis. Após a vinda de D.João VI com a corte Portuguesa para o Brasil este ocupou o palácio durante algum tempo para morada e posteriormente para local de despacho e cerimônias. A página contém fotos comparando o local como era no início do século 19 e com sua aparência atual, em 2012, no início do século 21.

Paço Imperial de São Cristovão

O local chamado Quinta da Boa Vista no atual bairro de São Cristovão, já foi parte de fazenda dos Jesuitas, já foi chácara de um rico comerciante que lá possuía um belo casarão. Este casarão passou a pertencer a Dom João VI quando este veio para o Brasil 1808.

Campo de Santana em 1818

O Campo de Santana, atualmente também chamado de Praça da República, era um enorme Largo até meados do século de 19, que foi palco de importantes acontecementos, e em torno do qual sempre existiram importantes construções associadas à história da Cidade do Rio de Janeiro.

Largo Rócio em 1821, Atual Praça Tiradentes

Um evento histórico no Largo do Rócio, atual Praça Tiradentes, serviu de pretexto para a produção de um documento iconográfico acerca da história da Praça, e situação daquele Largo em 1821. Se tratava da "Aceitação Provisória da Constituição de Lisboa".

Marquesa de Santos e Dom Pedro I

Dom Pedro I, por algum tempo, durante seu primeiro casamento, teve um romance que se tornou público e notório, com uma dama que por sugestão dele, morou em um palacete conhecido como Casa da Marquesa de Santos a poucos metros do Paço Imperial [...]

Academia Real de Belas Artes e sua História no Rio de Janeiro

Após a vinda de D.João VI juntamente com a corte Portuguesa, muitas artistas francesas foram contratados e vieram ao Brasil em missão para fundar uma Academia Real de Belas Artes nos moldes da Francesa. Boa vontade, dificuldades, política, intrigas e sucessos fizeram parte desta empreitada descrita por Jean-Baptiste Debret que se esmerou participando da criação mesma.

Morro do Castelo

O Morro do Castelo é um dos locais e sítios históricos do Rio onde não mais é possível fazer uma visita, viagem ou passeio in loco, pois de longa data não mais existe. Mas a imaginação nos convida a uma tour mágica, baseada em livros e grávuras de época.

Visita à Floresta da Tijuca em 1885

O Visconde de Taunay, militar, escritor e fundador da Academia Brasileira de Letras descreve uma visita à Floresta da Tijuca no ano de 1885.

Baile da Ilha Fiscal em 1889

Hoje em dia, o Palacete da Ilha Fiscal é também muito conhecido pelo fato de ter acontecido no local o último baile da Monarquia Constitucional Parlementar, em 9 de novembro de 1889. Excesso de pompa e ostentação ou apenas pretexto para o golpe que proclamou a República? [...]

Antigas Praias do Rio Que Não Mais Existem

Esta página fala sobre praias do Rio de Janeiro que não mais existem, figurando apenas na história da cidade e suas transformações urbanísticas. Locais paradisíacos que poderiam ser descritos como paradisíacos no início dos primeiros assentamentos, e muito bonitos e tranquilos até a metade do século 19. Saiba como estas praias desapareceram do mapa atual da cidade.

Antigas Lagoas

Inicialmente, quando os primeiros colonizadores chegaram ao Rio de Janeiro, encontraram inúmeras lagoas, áreas pantanosas e manguezais em suas partes baixas ou varzeas. O processo civilizatório e ocupação das terras fizeram com que inúmeras destas lagoas fossem aterradas.
Dois aquários públicos foram famosos e muito frequentados no Rio do início do Século 20, sendo um no Passeio Público e outro aquário na Quinta da Boa Vista. O aquário do Passeio Público não existe mais e na Quinta da Boa Vista existe outro, diferente do original.
A Capoeira tem uma longa história, tendo sido representada em aquarelas do tempo de Dom João VI e D. Pedro I, tendo tido adeptos tanto nas fileiras da polícia como também de turmas não muito bem vistas.
Um belo Chafariz construído na Praça XV, no final do Século 18, no tempo do Vice-Rei Marques do Lavradio, já foi um dos mais destacados ícones arquitetônicos da Cidade do Rio de Janeiro. Era um tempo que chafariz era sinônimo de ponto de abastecimento de água para a cidade e também navios que aqui aportavam.
Ver mais...
A Casa de Pedra, primeira construção de pedra e cal na Baía de Guanabara, em 1503
Abertura da Avenida Beira Mar, inaugurada em 1906
Centro do Rio em 1873 onde aparecem os Morros arrasados e a antiga Ponta do Calabouço (Panorama ilustrativo)
Planta do Centro do Rio em 1906 com melhorias da administração Pereira Passos
Centro do Rio em 1914 com Morro do Castelo, Morro de Santo António e Ponta do Calabouço (Mapa Turísitico)
Vila Velha ou Cidade Velha onde foram feitos os primeiros assentamentos em 1565
Antigo Convento da Ajuda, demolido em 1910
Colégio dos Jesuítas | Do Século 16 ao Século 18 e as utilizações posteriores
Santa Casa de Misericórdia | Do Século 16 aos dias atuais


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